Pela Estrada, número cinco: Tennessee, Georgia, passatempo

“Existe algo que devamos saber?

Sei que és sério, apesar do resto
Vivendo apenas com um carro e café
Ninguém sabe quando é que tu páras
Mas todos sabem onde é que tu estás

Tomas um banho e sais para a rua

Queres explodir, mesmo quando sofres

Ninguém sabe quando é que tu páras
Mas todos sabem onde é que tu estás

Estás tão para lá do mundo

Estás tão para lá do mundo

Vou percorrer pelo menos mil de festas

Vou percorrer um milhão de bares

Ninguém sabe quando é que tu páras
Mas todos sabem onde é que tu estás

Já assobias mas ainda é baixinho

Rezas para que os Pavement se juntem outra vez

Ninguém sabe quando é que tu páras
Mas todos sabem onde é que tu estás

Estás tão para lá do mundo

Estás tão para lá do mundo

Mas não há como fugir de Lisboa

Mas não há como não voltar a Lisboa

Mas não queres não voltar a Lisboa

Mas tu queres viver e morrer em Lisboa”

(So Far Around the Bend, dos National, numa tradução algo manhoso-matinal)