Sol no Rato

Who k / nows? Is it the / dawn, or the / Either way, sinto a manhã fresca e “temprana” a tocar-me com a sua brisa. As folhas da árvore da magnólia — a magnólia é uma flor, ou é uma árvore que dá flores que se chamam, também elas, magnólias? — abanam um pouco. Depois toca o sino da Igreja e ouvem-se os galos e os cães e esses etc. todos e conhecidos. Oiço foguetes. “Há festa na aldeia” — mas em qual? Wh / o knows? Não fui o primeiro a acordar. Melhor assim. Tenho um carro, um chapéu, uma estrada, e uma casa para voltar. Chamem-me um afortunado, talvez seja verdade. A verdade é que este ano vivi no Midwest e vivi no Minho. Minho mais “art” pode ficar Martinho. É uma piada fácil. Mas é o que eu sou, armado ao artista, e uma piada fácil. Fácil mas agradecida. Agradeço, sobretudo, o amor. E é / isso. Qual o passeio seguinte? Quem sa / be? Talvez tu, talvez eu; de certeza o seguinte. Agora vou. Quero ver se ainda vejo o sol no Rato, antes de mais: essa luz “que vem / brilhar”, livre, leve e