O sol a nascer, na janela, e o final da tarde a existir, também na janela. O sabor leve das bochechas da Carol, especialmente depois de uma manhã ao sol. A canção “Samurai” de Djavan. A invencível esperança de um épico Springsteeneano. A admirável técnica de um solo de guitarra elétrica de José Esfola. Uma sesta ao almoço. O aperto de umas calças de fato que indiciam uma ruptura iminente (e a consequente necessidade de uma dieta). A frase / título / expressão (risquem, risquem o que quiserem) “BETWEEN, ALWAYS”, de Rosmarie Waldrop. As figuras de Di Caprio e Brad Pitt na morna mas engraçada carta de Tarantino a Los Angeles. A palmeira que se balança, à frente do estendal, em frente à janela. Esta fase, de alegrias, de fins, de regressos. A vontade de escrever, ENTRE, SEMPRE, tudo.