O Livro das Coisas Simples

Um banco de jardim, um dia de verão. Tudo começa, e depois pára; recomeça, e depois pára. Há calor, e liberdade, há cinema (pelo menos, alguma teoria), mas também ansiedade, tensão, aborrecimento. Uma mulher fecha os olhos para escrever um poema, e tenta com isso sentir as coisas simples que tem. Aqui: